<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535</id><updated>2011-04-21T16:30:23.587-07:00</updated><title type='text'>em linha recta</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-1263850385066429531</id><published>2008-09-04T11:49:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T12:20:37.471-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;mentira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;o poeta é um fingidor. finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente&lt;/em&gt;. aquele que quis ser poeta caminhou por muito tempo em linha reta, sem notar o quão sinuosos eram seus pensamentos. em um breve instante pensava se apenas o calor de sonhos apaixonados é que alimentava sua verve. imaginou quantas musas deveriam ser sacrificadas para o nascimento de uma poesia. quantas estrelas deveriam ser arrancadas do firmamento para tornar rara e preciosa a rima que não cintila mais - terá brilhado alguma vez, perguntou-se. pois foi então que o pensamento sinuoso fez a curva errada e a estrada que ora parecia reta, tornou-se cada vez mais escura. até que, imerso na escuridão, nenhum passo poderia ser reto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;algo perdeu-se no caminho. não há como saber o que, pois o pobre andarilho nunca soube ao certo o que trazia consigo. talvez ele tenha falado algo que enfim ofendera os deuses. ah, ele sabia bem o quão vã era a batalha contra as palavras. precisava ser íntegro, apaixonado, leviano, coerente e contraditório para que as palavras o escolhessem e então algumas linhas de poesia nasceriam. mas algo perdeu-se no caminho, talvez em alguma curva, já que o caminhante optara por seguir uma linha reta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quanta mentira. tu és um enganador. impossível enumerar todas as vezes em que criastes quiméricas metáforas. pensamentos desconexos de aparente profundidade. ilusões para os leitores incautos, ávidos na busca pelo significado das coisas. que coisas? qualquer coisa. um punhado do que fosse. talvez da dor que nunca sentiram. ou das lágrimas que sempre desejaram verter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ah, grande farsa poética. algo perdeu-se no caminho, mas agora algo foi encontrado. se nunca soube o que trazia comigo, como poderei então saber o que encontrei? pouco importa. tudo que sei é a linha reta esqueceu de continuar-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-1263850385066429531?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/1263850385066429531/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=1263850385066429531' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/1263850385066429531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/1263850385066429531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2008/09/mentira-o-poeta-um-fingidor.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-115198456530828284</id><published>2006-07-03T19:54:00.000-07:00</published><updated>2006-07-03T20:42:45.326-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;eis que o suspiro mal cabe no peito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e todo o resto se espreme por um canto nesse mundo. meu bom senhor, que mundo é esse? ententa, não há grandeza nas cousas dentro de quem escreve. os sentidos é que estão encolhendo. hoje, um suspiro parece arrebatar as almas e vísceras de todas minhas vidas. e o silêncio e a obviedade e o tango dispertam profundos pensamentos. tenho vontade de permanecer em sonho. sob o lençol de perfumes oníricos, eu era terceira pessoa. e fui breve. sonhando tive a certeza que esse mundo há muito perdeu o contorno. as palavras começam a criar distância entre si. é possível isso? ora, decerto! diga-me o que o tempo não aniquila. perdão, perdão, jovem poeta. por favor, não escute minhas palavras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-115198456530828284?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/115198456530828284/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=115198456530828284' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115198456530828284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115198456530828284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/07/eis-que-o-suspiro-mal-cabe-no-peito-e.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-115058527659301438</id><published>2006-06-17T15:51:00.000-07:00</published><updated>2006-06-17T16:01:16.606-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>hoje é um dia daqueles.&lt;br /&gt;cada pulsação parece um soco no peito.&lt;br /&gt;dos fortes.&lt;br /&gt;a respiração fica muito pesada e arrastada. maltrapilha.&lt;br /&gt;sinto profunda necessidade de estar com alguém humano, demasiado humano.&lt;br /&gt;alguém que me conte uma maldade inocentemente. alguém em linha reta.&lt;br /&gt;não quero que o telefone toque enquanto escrevo. perderei a concentração. uma fina linha difícil de domar.&lt;br /&gt;sinto falta de algo que reconheço não me pertencer, pois todos têm o direito de um pouco dessa cousa. do abraço de quem reconhece um par nessa terra desgraçada. daquele olhar perdido e da palavra balbuciada.&lt;br /&gt;agora a respiração está um pouco mais calma. até quando?&lt;br /&gt;recentemente chorei pensando em todos as minhas sinas. por isso meu deus é diferente do deus maísculo. eu não encaro minhas sinas como um culpado, meu deus jamais me julgaria. ele sabe como eu sou. um torto. mas pensei nelas - minhas sinas - e chorei. chorei, pois nem sempre é fácil contorna-las. ah vida sem contorno!&lt;br /&gt;esse texto está um vandalismo.&lt;br /&gt;perdi a linha, mas o telefone não tocou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-115058527659301438?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/115058527659301438/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=115058527659301438' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115058527659301438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115058527659301438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/06/hoje-um-dia-daqueles.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-115006211134249666</id><published>2006-06-11T14:33:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T14:41:51.353-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;azul profundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;enfim volto a respirar verdadeiramente tranquilo. de súbito, como se uma grande parede de papel fosse delicadamente rasgada por um suspiro, observo toda a ruína. eis que volto a sentir a dor e a delícia, minha consciência da natureza das cousas doudas dessa vida. a face que sorri e chora oculta um mesmo pensamento. não há contradição. e essa beleza diante de meus olhos? ah feroz beleza! tudo continua tão igual. meu sono, portanto, foi breve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-115006211134249666?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/115006211134249666/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=115006211134249666' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115006211134249666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/115006211134249666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/06/azul-profundo-enfim-volto-respirar.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114895701681200192</id><published>2006-05-29T19:42:00.000-07:00</published><updated>2006-05-29T19:47:12.016-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;magna solitude &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;amigo, essa mensagem é para tu e somente tu. conversemos com os olhos já antecipando as lágrimas. ah, elas surgirão, não tenhas dúvidas. isso, respira fundo. nossos poucos anos já parecem suficientes para reconhecermos algumas de nossas sombras. amamos profundamente essa sensação do patético universal. um verso que fale diretamente com o que há de humano em todos nós. &lt;em&gt;a angústia das pequenas coisas ridículas&lt;/em&gt;. ora, pergunto, já sentiste teu coração entre garras gélidas, eternamente na iminência de lacerá-lo? e esse súbito peso na respiração? diabos! que cousa é essa que toma forma assim, sem pedir permissão, dentro de nós? poderemos viver agora que descobrimos uma grande verdade sobre essa vida de inverdades? pelos deuses, não sei. dói muito. na véspera de meu nascimento, redescubro um tesouro maldito, uma idéia louca que há muito deveria ter sido destruída - pelo bem de minha sanidade. o desenlace dos toques. uma breve brisa - inferno de aliteração - tentando roubar sua lágrima. e conseguindo. desassossego. quero dirigir meu durango 95 em ultravelocidade. rasgar as árvores, as luzes e as vozes. não há vergonha em mentir, não é mesmo? criamos nossas mentiras quando a verdade tenta nos parar. memento. momento. invento. amigo, estou enlouquecendo, percebe?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114895701681200192?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114895701681200192/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114895701681200192' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114895701681200192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114895701681200192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/magna-solitude-amigo-essa-mensagem.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114825163224562096</id><published>2006-05-21T15:40:00.000-07:00</published><updated>2006-05-21T15:49:22.236-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se alguém, por entre soluços e lágrimas, me perguntasse de que vale essa vida, eu não pensaria mais de uma vez - Buscaria o silêncio mais profundo e maravilhoso para que todos, inclusive eu, conseguissem ouvir a verdade. Não perderia sequer um segundo esclarecendo as nuanças do niilismo e da vontade de potência ou questionando o maligno gênio cartesiano. Não-não. Eu apenas buscaria aquela lágrima envergonhada que sucede o suspiro. Sereno, provavelmente ficaria perdido em meus pensamentos em horas e horas de memórias não-acontecidas, daquelas que não equivalem nem a um minuto quando olhamos para a violência dos ponteiros. Lembrar-me-ia dos flocos de neve. Dizem que somos como eles - bonitos, únicos e especiais. Embora a pena seja mais forte que a espada, não sei se há quem não trema quando escreve. O conceito e a convicção fazem a pena rasgar o papel. Por muito tempo duvidei que éramos flocos de neve, não por achar que todos nós somos iguais e decadentes. Duvidei, pois não gostava da idéia de todos sermos merecedores da consciência de nossa unicidade. Ser único requer mais do que ser tocado por Deus ainda quando alma. Requer muito mais. A verdade, se é que posso dizer isso, é que realmente somos como flocos de neve, porém não nascemos assim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114825163224562096?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114825163224562096/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114825163224562096' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114825163224562096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114825163224562096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/se-algum-por-entre-soluos-e-lgrimas-me.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114813757692371687</id><published>2006-05-20T07:51:00.000-07:00</published><updated>2006-05-20T08:06:16.933-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;a solidão é para os bons&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;o que as estrelas escondem? de que serve ser capaz de ouvir e entender o que elas têm a dizer? aqui, sob o infinito manto de morpheus, estou sozinho, novamente. solitário, como sempre. e todas essas estrelas? ora, meu amigo, esqueça-as. não há como continuar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114813757692371687?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114813757692371687/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114813757692371687' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114813757692371687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114813757692371687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/solido-para-os-bons-o-que-as-estrelas.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114783416924337276</id><published>2006-05-16T19:12:00.000-07:00</published><updated>2006-05-16T19:53:13.160-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;a poesia que insiste em permanecer incompleta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;frio bom da peste. e agora tem esse sono que assuntou o dia inteiro com meus pensamentos. acordo ainda desatento, querendo dormir um pouco mais. o sonho foi tão rápido que não consigui concluir se de fato atravessei ou não a fronteira desse mundo. escolhi acordar. lembrei do não-acontecido. irritei-me com um diálogo imaginário. senti saudades de um eu que jamais existiu, pois para existir a vida então deveria ter sido vivida de outra forma. no fundo não senti tantas saudades assim. por alguns minutos o grande campo de obras abandonado hipnotizou minha visão, como sempre acontece. muitas plantas, alguns azulejos que por uma razão desconhecida permanecem juntos ao chão, uma geladeira velha e dois gatos. achei bonito, mas logo percebi estar acordado. &lt;em&gt;all work and no play makes jack a dull boy.&lt;/em&gt; então escolhi reencontrar um velho amigo, enfim o desassossego. ah, uma decisão acertada. somos muito diferentes, não há dúvidas. ele está morto, eu não. ele é ele, eu sou eu. algumas de suas linhas, no entanto, permanecem incompletas. imaginei se meu amigo teria escondido algumas páginas ou derrubado nanquim sobre algumas palavras só por diversão, só para ter a certeza de que suas palavras não seriam lidas em vão. talvez, não sei ao certo, o tempo tenha feito esse favor ao meu velho comparsa. ele, assim com eu, acordou. e só os deuses sabem como gostei de saber disso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114783416924337276?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114783416924337276/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114783416924337276' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114783416924337276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114783416924337276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/poesia-que-insiste-em-permanecer.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114765307630119876</id><published>2006-05-14T16:11:00.000-07:00</published><updated>2006-05-14T17:42:54.933-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;corredor infinito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;dancemos. eu e você e as sombras. quando sob uma inebriante noite, como essa, não consigo negar o poder que a jóia de diana exerce sobre minhas idéias. vamos, há muito o que apresentar aos nossos sentidos. da primeira vez que minhas palavras mostraram-se desajeitadas, tropeçando entre si, como fazem até hoje, um errante de uma terra distante disse que embora tais palavras não parecessem minhas, que eu não deveria renega-las. falou que eu deveria continuar, já que escolhi observar o mundo através desses novos olhos. o véu que cobre minh' alma. somente os eternos sabem quantas areias escorreram desde então. por muito tempo, no entanto, perguntei-me se toda vez que sangrasse no papel estaria somente encenando. haveria um derradeiro dia em que a máscara seria removida e então todos os fantasmas da platéia dissipariam diante de meus olhos? não-não. nada disso. meu espírito eternamente desnudo. sinto aquele frio que completa uma sensação agradavelmente desconhecida. dancemos, repito. no topo da escadaria encontramos uma pequena varanda. algumas velas e uma negra imensidão. é estranho - falo enquanto seguro sua mão - sentir o abraço da escuridão. e então, não mais que de repente, estamos em um baile de máscaras. troquemos de máscaras. palavras são desnecessárias. quanta confusão! e é tudo tão evidente. enxergamos as mesmas cores. talvez algumas nuanças escapem à minhas percepção, quem sabe você também não reconheça determinado tom do cinza. não interessa. irrelevante. sob essa grandiosa lua que no entanto cabe entre nossos dedos, os sentidos se comunicam. é estranho, profundamente estranho. sabe quando você inspira intensamente sua essência favorita? o perfume de uma noite antes da chuva, talvez. enquanto todos os aromas circulam pelo seu interior você sente uma estranha felicidade? e quando chega o momento de dizer adeus ao ar transpirado, percebe que a felicidade permanece? eu também. então, dancemos. não há platéia. e sinto que muito do que vislumbro através do mosaico de meus olhos será compreendido pelo seu sorriso. a lua nas janelas bate em cheio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114765307630119876?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114765307630119876/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114765307630119876' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114765307630119876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114765307630119876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/corredor-infinitodancemos.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114713775030248759</id><published>2006-05-08T17:25:00.000-07:00</published><updated>2006-05-08T18:22:30.320-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;everything will be alright&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;estava eu pensando como eu vivo repetindo as mesmas palavras e as mesmas conclusões incompletas, sempre enigmático. mudo um pouco aqui e ali, mas o que sobra é muito parecido com o que foi dito pela minha sombra durante alguma trova triste nas trevas - não pude conter a aliteração. e o que diabos pretendo fazer quanto a isso? nada. fuck yeah. cá estou, praticamente como um mítico herói, títere dos deuses, cujos cordéis poderiam ser facilmente rompidos. eternamente executando uma tarefa incompreensível. um pêndulo em chamas oscilando sobre minhas vísceras. uma rocha etérea que deve ser carregada até o topo de uma interminável montanha. são minhas doces ilusões. cá estou - repetindo-me - agraciado com a angústia do fascínio. todos os dias. todos os dias. todos os dias preciso esquecer que acordei. não-não, eu tenho certeza que você não entendeu o que eu quis dizer. e ao mesmo tempo eu não tenho dúvidas que você sentiu o que eu senti. não há problemas, eu não sei explicar. e não faço muita questão. o fato é que preciso trazer minha consciência de volta ao seu lugar. e pra onde diabos ela quer ir? ora, direis, para algum lugar onde as palavras sejam mais fáceis. e é possível escrever sem deixa em xeque um quinhão dessa confusão pulsante? impossível. agora talvez a sua respiração esteja mais pesada. talvez, mesmo tão distante, eu tenha fitado seus olhos e então acordamos juntos. embalde levantamos os cílios? não. não-não. é tão confuso o que digo, eu sei. é essa sensação de areias escorrendo pelos dedos, de palavras transpassando meus pensamentos e memórias de não-acontecidos - há muito que não falo sobre elas! eis o idílio e suplício e nada mais tenho a dizer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114713775030248759?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114713775030248759/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114713775030248759' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114713775030248759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114713775030248759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/everything-will-be-alright-estava-eu.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114688015357745382</id><published>2006-05-05T18:40:00.000-07:00</published><updated>2006-05-05T18:49:13.586-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;folha seca&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;intermináveis hipóteses. uma constante saudade causado pela memória do não-acontecido. eterno desassossego. ah! se eu soubesse que minhas palavras de ontem, hoje seriam tão estranhas e que ainda assim sou capaz de montar um pequeno mosaico de minh'alma com alguns versos antigos e fora de contexto. e esse frio que finalmente deu as caras? graças aos deuses, tenho dito. diabos, a memória já não é mais a mesma. e pra que tantos enigmas, pergunto-me. porque minhas palavras sempre estão envolvidas por neblinas e saporosas lágrimas? definitivamente não sei. meus pensamentos não costumam ser tão claros. agora, por exemplo, não sei bem o que dizer. adeus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114688015357745382?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114688015357745382/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114688015357745382' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114688015357745382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114688015357745382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/05/folha-seca-interminveis-hipteses.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114635670287890905</id><published>2006-04-29T16:59:00.000-07:00</published><updated>2006-04-29T17:28:00.560-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;um títere preso em seus cordéis&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;desejo loucamente caminhar até esquecer de onde vim. andar e encontrar uma flor no caminho - e não mudar de calçada. sentar um pouco ao seu lado e falar sobre algo que há muito tempo foi esquecido por todos nós. terei eu também esquecido? não sei, não sei. nem ao menos sei sobre o que se trata, mas tenho a certeza que ninguém se preocupou em procurar no fundo da memória. irrelevante. anseio apenas estar lá. fitar meia dúzia de estrelas que não são mais estrelas. reparar em algo inexistente, mas que faz pleno sentido. tudo que desejo é sentir seu suspiro e conseguir vislumbrar o instante que antecede o sorriso. e agora, o que sei, com a certeza de quem ouviu revelações de deuses distraídos, é que enquanto conversarmos eu descobrirei aquilo que há muito foi esquecido por todos nós. sim-sim. por entre nossas imagens fantásticas e palavras tortas e aquela chuva que junta ao sol torna um dia glorioso, então inadvertidamente teremos obtido uma resposta. mas ela não nos pertence. e a esqueceremos, sem saber que um dia a encontramos. no fundo, bem lá no fundo, onde guardamos tudo que há de sublime e que só nós enxergamos, lá sentiremos o coração bater mais rápido, mais pesado - então teremos a certeza de alguma coisa que não saberemos muito bem o que é. e será muito bom. ainda bem que estaremos próximos um ao outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114635670287890905?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114635670287890905/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114635670287890905' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114635670287890905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114635670287890905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/um-ttere-preso-em-seus-cordisdesejo.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114610519542895780</id><published>2006-04-26T18:27:00.000-07:00</published><updated>2006-04-26T19:33:15.456-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;o coração, se pudesse pensar, pararia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;oh bliss, bliss and heaven. sim, vamos sair daqui. andar por aí. devagar. divagar. sem rumo, pois pra que serve um rumo nessa vida de deus, do diabo e de todos nós? diariamente fito esse estreito caminho que me leva de lá pra cá e de cá me dá um chega pra lá. e o que acontece quando fecho os olhos, ou piso sobre a sombra de algum titã, ou alguém me dá a mão para atravessar a rua? o tempo, meu amigo, vai fazer algo de mais interessante e me deixa em pax por algum tempo - mas como se o tempo me deu um tempo? não sei, não sei. sabe, as vezes tudo que eu queria era um campo, uma árvore, um friozinho bom e algumas estrelas perdidas no céu. e é claro, uma boa conversa (com você). é que essa terra é da peste mesmo, há muito barulho e alguma coisa estranha, metade cinza, metade verde e metade incolor (150%) que insiste em rastejar-se por entre nós quando andamos pelas ruas. em muitas ocasiões eu acho que a vejo, essa gosma, mas não quero falar sobre ela, não hoje. a verdade, se existe tal coisa nesse mundo - esse mesmo mundo de deus, do diabo e de todos nós -, é que andamos e rimos. e vemos a beleza. vem cá, vou te contar um segredo. estivemos em um campo, escondido pelo concreto. e encontrei algumas estrelas em plena luz do dia. não sei se entende, nem eu tenho certeza do digo, mas tenho certeza do que vi. afinal, o essencial é invisível aos olhos. e ainda bem que ao coração só cabe o essencial, pois do contrário, ele pensaria e então vocês sabem o que aconteceria com ele. não foi grandes coisa, mas eu precisa pensar alto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114610519542895780?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114610519542895780/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114610519542895780' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114610519542895780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114610519542895780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/o-corao-se-pudesse-pensar-pararia-oh.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114575876605932024</id><published>2006-04-22T19:18:00.000-07:00</published><updated>2006-04-22T19:19:26.060-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ps: muitas coisas bonitas de uma vez só, entende? acho que é isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114575876605932024?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114575876605932024/comments/default' title='Post Comments'/><link 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por um momento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;But, this moment is holy, right? &lt;/em&gt;sim, sim, muitas vezes sim. a respiração pesada, o conjunto de pequeno objetos aparentemente desconexos, paralelepídedos - tudo isso torna óbvio a existência do momento. sério, o que há além daquela portinha, eu realmente quero saber. queria ficar lá por algumas horas, cercado por núvens congeladas, caminhando de mão dada com meus pensamentos. não há como negar, eu choraria. não consigo mais escrever por hoje, perdão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114575865794645429?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114575865794645429/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114575865794645429' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114575865794645429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114575865794645429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/tudo-por-um-momento-but-this-moment-is.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114523903401795929</id><published>2006-04-16T18:30:00.000-07:00</published><updated>2006-04-16T19:07:30.526-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;i read the news today oh boy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;oh yeah, hell yes. eu tu eles nós vós eles. todo juntos. algo está percorrendo minhas entranhas. será um pequeno demônio que rasteja dentro de você, jovem alex? quantas vezes fiz a mim mesmo essa pergunta. eu sei que sinto o frio típico de uma rua enegrecida pelas sombras de suas árvores. sim, eu vejo tudo claramente. no entanto ainda não fui capaz de perceber a sutileza do momento em que cruzamos esse mundo para adentrarmos na terra dos sonhos. é verdade, provavelmente esse é apenas o meu grande sonho, um sonho delirante, deslumbrante, retumbante e ante - desculpem a pobre aliteração - o qual meus olhos tornam-se descrentes. esse mundo por um acaso não é o bastante? maldição, esqueci sobre o que pensava, mas não há problema, uma coisa leva a outra e outra leva a uma em um eterno retorno. o que eu poderia dizer se sonhasse com a vida de outra pessoa, cuja existência se dá em um lugar completamente estranho à minha imaginação? estaria essa personagem também sonhando continuamente comigo? não entendo, não faz sentido. e ao mesmo é de encher os olhos de lágrimas, pois é perfeito. sim, eu vejo tudo claramente - acho que já falei isso. construções dadaístas, pessoas falando de trás pra frente, um dragão de komodo na entrada de uma grande templo, crianças correndo com os olhos vendados, um imenso rio sobre o qual cavalgam valquírias, pequenas pedras coloridas ao redor de um jardim, seria um túmulo?, não é possível, estou louco?, interrogações e vírgulas, onde está o ponto final? aqui, achei. pelos deuses, para os deuses, de onde surgem essas imagens, esses pensamentos? minhas dúvidas são intermináveis e espero jamais conhecer suas respostas. e agora estou nessa sala onde só há eu e o eco desse meu louco discurso. não, há mais alguém. desculpe, não sabia que você estava aqui, na verdade também não sabia que eu estava aqui - sempre estive aqui?. assustei você, menininha? perdão, perdão, não quis sufocá-la. venha, vamos sair daqui. meu coração, posso ouvi-lo claramente, infelizmente ele fala em um idioma desconhecido. não há problema, vamos manter tudo simples, sim? agora, basta abrir a porta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não continua, pois não começou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114523903401795929?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114523903401795929/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114523903401795929' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114523903401795929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114523903401795929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/i-read-news-today-oh-boy-oh-yeah-hell.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114523287330203276</id><published>2006-04-16T16:44:00.000-07:00</published><updated>2006-04-16T19:04:39.176-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;uma nota da lira rompida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;não quero nenhuma lembrança sobre o que um dia pensei em escrever. tudo que desejo é essa sensação, a lâmina tocando meu peito. o gosto frio das palavras se aproximando. eu, em sonhos, um apanhador no campo de centeio. não sei se sou eu que estou salvando crianças que enquanto brincam aproximam-se perigosamente de um assustador abismo, ou se são justamente esses infantes que resgatam meus pensamentos, minhas visões, do derradeiro tombo letárgico. cá estou, filho perdido, buscando minha sombra. antes e depois a alma suspirou. durante, esqueceu que existia e simplesmente caminhou. e continou a caminhar. despertou pensamentos, cujo sono era protegido por quimeras, dragões e hidras. não quero pensar, quero escrever. não quero duelar, mas sim sentir o corte e deixar a letra tornar-se escarlate. o espírito do viajante tem tantas facetas, entretanto. a canção do bardo fala sobre eventos que revelam ao coração o verdadeiro peso do fardo que carrega. basta olhar para o horizonte e em seguida para a distância já percorrida. sim, há algum passos estávamos tão próximos, mas hoje, durante essa madruga fria de um mês desconhecido, o cavaleiro sente vontade de chorar. um choro que deveria carregar para fora de seu corpo muitas lembranças e culpas. ninguém disse que tudo isso seria fácil. enquanto eu andava pelas ruas escuras, pensei estar sendo observado. talvez, não sei ao certo, aquela rua estreita fosse simplesmente desabar como em um decrépito cenário pós-guerra. não fazia muita diferença, pelo menos naquele momento. o ar noturno estava convidativo. e eu tinha a certeza do cheiro da chuva - não para aquela noite, ou para a próxima, mas para quando eu fechasse os olhos. entende?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114523287330203276?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114523287330203276/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114523287330203276' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114523287330203276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114523287330203276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/uma-nota-da-lira-rompidano-quero.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114489542278279940</id><published>2006-04-12T19:22:00.000-07:00</published><updated>2006-04-12T19:30:22.790-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>e quem é esse garoto que insiste em escrever?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114489542278279940?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114489542278279940/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114489542278279940' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114489542278279940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114489542278279940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/e-quem-esse-garoto-que-insiste-em.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114489351512595534</id><published>2006-04-12T18:40:00.000-07:00</published><updated>2006-04-16T17:20:12.326-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;chego a mudar de calçada quando aparece uma flor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;já desaprendi a brincar com coisas sérias - no entanto jamais perderei o gosto por uma brincadeira. e pensava aqui sobre uma metáfora interminável, pois é assim que escrevo. uma imagem após a outra, inevitáveis - e quem disse que desejo evita-las? não sei se quero mudar de calçada. sinto falta de algo que desconheço completamente. talvez seja saudade de quando as flores eram regadas com lágrimas. ou, não sei ao certo, eu tenha esquecido do prazer que há nessas conversas, assim, comigo mesmo. sem comprisso com o raciocínio lógico, uma simples brincadeira de ligar ponto, sem números, e desenhar um caminho que somente eu compreenderei. talvez eu esteja errado, ou simplesmente comovido como o diabo, mas como eu queria um céu estrelado e uma segunda opinião. e esse sorriso sem sentido algum? fico por aqui, afinal, não pressa para voltar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114489351512595534?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114489351512595534/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114489351512595534' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114489351512595534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114489351512595534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/chego-mudar-de-calada-quando-aparece.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114429603120154466</id><published>2006-04-05T20:55:00.000-07:00</published><updated>2006-04-05T21:00:31.213-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;revirando antigos textos, textos antigos, encontrei algo que não fez sentido - a princípio. um texto tipicamente meu: enganador. tão enganador que muitas vezes me engana. palavras que me pareceram tristes, talvez desiludidas. no entanto, descobri que quando escrevi tais palavras, acredito que eu não tinha motivos para estar triste. engraçado isso, pois muitas vezes eu me engano de tal forma, que consigo escrever coisas que entram em total discordância com meu real estado de espírito. um enganador. sem mais delongas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;~7yt.txt &lt;/strong&gt;(eu digito coisas aleatórias para nomear arquivos .txt)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;não saberia responder se realmente todos nossos caminhos são sutilmente tracejados por dedos de menino, ou se participamos de um jogo de tabuleiro cujas casas são indiferenciáveis. não posso negar, contudo, que determinados eventos possuem um efeito sádico sobre nós. não há 'se' forte o bastante para apagar de nossos pensamentos um acontecido. os porquês, entretanto, são infindáveis. quando pensamos que o acontecido é assim chamado, não por ter somente acontecido, mas porque tinha que acontecer, podemos então vislumbrar a iconoclastia de nossos corações. dá-me teu pequeno origami de cinzas e o suspiro de meu peito irá lacerá-lo. e quanto ao amor? - essa palavra que por algum desgíno divino rima com dor, pobre no papel, escarlate na vida. e aquela noite foi uma daquelas que nos fazem perguntar se foram arquitetados para emergir em nossas vidas. insípido, inaudível, incolor, inodoro e indelével. sob a sombra de um eternamente decrépito colosso, vivi. até hoje pergunto-me se não foi simplesmente um dia como outro qualquer, diferenciado apenas pelo vislumbre de uma platéia de deuses e deusas bêbabos e em farrapos, assitindo meus atos em um teatro abandonado pelo tempo, esquecido pelo esquecimento. isso é tão irrelevante quando saber se era noite ou dia. se há certeza, ela pertence apenas à dor. tão suspeita quanto a órbita dos astros daquele dia, foi toda a sucessão de eventos. chegou às minhas mãos uma daquelas mensagens de auto-ajuda pretenciosas em mais uma lamentável tentativa de nos fazer acreditar no carpe diem. ora, querem me privar da dor! querem que eu feche os meus olhos enquanto os sonhos, pobres sonhos, deslafecem do topo de abadias. eu os vejo, um sobre o outro, em uma decadente montanha de sorrisos amarelos e corações apertados. pois, confesso, amaldiçoei que criou tais palavras. pode ser que o amanhã não exista e que nosso sono eterno seja um passo para além de uma imperceptível fronteiro, como se uma arma estivesse apontada para o Planeta. sim, pode ser. poder ser que existam correntes que nossas almas carregarão para todo o sempre, enquanto marcham soturnas e deixam um rastro de sangue. pode ser que nesse exato momento estejamos seguindo essa trilha rubra de nossas sombras futuras. ora, porque não, pois se nada sei - nem ao menos se sei que nada sei. sabe? mas da tal mensagem de palavras bonitas e serenas fiz um pássaro. e ele voou. não sei exatamente o que isso quer dizer. apenas o fitei por muito muito muito tempo. tanto que o tempo se cansou de mim. tanto que não mais posso dizer se era dia ou se era noite. talvez tenha sido algum tipo de alucinação, mas formou-se no Céu, na direção do pequeno pássaro, uma trilha vermelha. preferi não segui-la. não hoje. hoje foi um dia apenas para saborear minha dor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&gt;&gt;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;leia, sinta e não interprete.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114429603120154466?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114429603120154466/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114429603120154466' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114429603120154466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114429603120154466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/revirando-antigos-textos-textos.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-25423535.post-114429295995619208</id><published>2006-04-05T19:51:00.000-07:00</published><updated>2006-04-05T20:09:19.966-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;por um punhado de coisa alguma - segunda tentativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;escrever sem parar, só assim conseguirei. muitos pensamentos querem ser traduzidos de uma vez só e não é possível organiza-los. é impossível. e essas estrelas que não me ajudam. ei você, onde pensa que vai? fugidia inspiração, deixe essa janela aberta, não cegue meus sentidos. vamos na direção errada em linha reta. só nós sabemos o quão tortuoso é o caminho dentro de nós, que segue por entre sangue, verve, lágrimas, vísceras e tantas outras coisas delicadamente estranhas. sim, quem ousa dizer que quando nasce a poesia, não há gritos, não há placentas, não há o imensurável prazer. escrever sem parar, sem olhar para trás, assim deve ser o primeiro retorno, nessa segunda tentativa. não quero, não preciso e não devo falar muito. preciso apenas de uma primeira força, um impulso que tira o corpo da inércia. retomo a busca por outros que continuem buscando um punhado de coisa alguma, um certo conforto que a tristeza é linda, uma dose de satisfação para com nós mesmos, nós, humanos, demasiados humanos, repletos de vícios e de toda a matéria que eternamente nos manterá interligados. talvez eu reencontre tudo isso que ficou esquecido, que provavelmente eu tenha guardado em uma caixa de pandora ou que eu simplesmente tenha escolhido não ver. sim - sim, falo 'sim' muitas vezes - pois o que nessa vida de deus - e pq não do diabo? - não é escolha? escolhemos até quando sofremos, ora bolas pipocas e quindins! sofrimento vem com data de validade estampada, bem grande, talvez meio mal escrito, mas está lá. não sei mt bem pq digo isso, é sem propósito, é sem contexto, á apenas uma breve avalanche. o pensamento escrito é aquele que furou a fila, não aquele com maior urgencia de ser descrito. chega, chega de cheguismo. chega pra lá que eu quero passar - novamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/25423535-114429295995619208?l=linha-recta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linha-recta.blogspot.com/feeds/114429295995619208/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25423535&amp;postID=114429295995619208' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114429295995619208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/25423535/posts/default/114429295995619208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linha-recta.blogspot.com/2006/04/por-um-punhado-de-coisa-alguma-segunda.html' title=''/><author><name>nihil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
